quinta-feira, 25 de maio de 2017

Curso de Arqueologia, Geografia e História Bíblica em Israel

Publicado por: noticiasdesiao | 15 de julho de 2015

ISRAEL CONVOCA

É ISRAEL QUE PRECISA DE VOCÊ OU VOCÊ QUE PRECISA DE ISRAEL?
You need Israel
Recentemente estive em Israel. Não foi uma visita normal, daquelas que já havia feito em outras oportunidades, desta vez foi diferente, pois fui fazer um curso de Arqueologia Bíblica. No decorrer do curso os alunos foram surpreendidos com uma recepção na sede do Ministério do Turismo onde entre tantos mimos recebemos um “certificado” de apreço onde pode-se ler: “Na oportunidade da sua visita para Israel, tenho a honra de reconhecê-lo como um amigo de Israel. Agradeço seu apoio e solidariedade que são profundamente apreciados. Tenho o prazer de nomeá-lo como UM EMBAIXADOR BENEVOLENTE DO TURISMO EM ISRAEL. Esperamos que possa compartilhar as importantes experiências da sua visita com seus amigos e o aguardamos novamente em breve”. Assina o certificado o Dr. Uzi Landau, Ministro do Turismo.
Durante o curso, numa das aulas na Universidade Hebraica de Jerusalém, eu disse ao professor Dr. Meron Medzini que mantenho esse blogue e que há mais de três décadas defendo o Estado de Israel. Disse ainda que naquele grupo havia mais pessoas como eu e perguntei-lhe o que nós podíamos fazer por Israel. A resposta foi rápida, objetiva e simples: “Ao voltarem para as suas cidades, contem aos seus parentes e amigos o que viram por aqui”.
Aula do Dr. Meron Medzini
Aula do Dr. Meron Medzini com tradução simultânea de Miguel Nicolaevsky
Há duas formas básicas de conhecer Israel: indo à Terra ou ouvindo o Mundo. Quem vai à Terra, facilmente torna-se “amigo de Israel”, pois acaba por perceber que aquela nação e aquele povo não é nada daquilo que dizem por aí. Acontece que a maior parte das pessoas não vai a Israel, vai ao Google. E aí está o problema, pois quem vai ao Google acaba por topar pela frente com a mais hedionda campanha encetada contra uma nação, contra um povo, contra a verdade. Uma campanha fraudulenta, mentirosa e infame. Como contra-ataque, regularmente o Ministério do Turismo leva jornalistas estrangeiros para visitar Israel. Paga-lhes tudo e um pouco mais. Esses jornalistas, ao contrário do que acontece na maioria dos países que promovem o mesmo tipo de viagem, acabam por andar livremente pelo país e podem entrevistar quem quiser. No final de suas reportagens, como que a justificar para seus leitores algumas coisas positivas que escreveram, colocam uma nota: “O jornalista viajou a convite do Ministério do Turismo de Israel”.
Recentemente uma jornalista que fez essa viagem escreveu: “Israel tem um problema de imagem e, como diz um analista, ‘nem o melhor relações públicas do mundo’ o conseguiria resolver. A paisagem e um bom húmus não são suficientes para mudar a realidade. Mas o Governo vai tentando, e o turismo é uma das armas do seu soft power”.
Li a extensa reportagem e fiquei a pensar: a pessoa pode tirar os olhos do Google, mas o Google não sai da cabeça da pessoa. “A paisagem e um bom húmus não são suficientes para mudar a realidade”? Realidade?! Que realidade viu a nobre visitante?
Depois de descrever o empenho do Ministério do Turismo em mostrar a ela e aos demais colegas de profissão que Israel é um celeiro de produções culturais, a jornalista lembra que a BBC regularmente realiza pesquisas de opinião pública para saber como o mundo olha para Israel e que a última sondagem, que demorou três anos e cujos resultados foram publicados em Julho do ano passado, “mostra que a maioria das pessoas dos 22 países inquiridos tem uma imagem ‘sobretudo negativa’ de Israel. É assim em todos os países da Ásia, Europa e América do Sul que foram analisados. E é nos Estados Unidos e na África subsariana que o Estado israelita é visto com mais simpatia”.
Pini Shani, diretor do departamento estrangeiro do Ministério do Turismo, olha para a jornalista e apela para uma das maiores armas que um israelense tem em mãos quando está diante de uma ocidental cristã: “Temos desvantagens, sim, mas também temos vantagens: Jesus nasceu em Belém e não em Lisboa. Se andar por Jerusalém, vê a história [cristã] desde a via-sacra à Igreja do Santo Sepulcro. Não é uma viagem longa para quem vem da Europa. Temos o maior spa natural do mundo [Mar Morto]. Estamos a tentar transmitir essas vantagens”.
Essas palavras podem ecoar dentro de cabeças religiosas, cristãs e conservadoras, mas que diferença faz quando quem as ouve tem a mentalidade culturalmente intelectualizada, politicamente alienada e vêm de uma Europa cada vez mais antirreligiosa? Essa Europa pós-cristã depara-se diariamente com bem estruturados movimentos que apelam para o boicote dos produtos israelenses chegando mesmo a invadir supermercados para intimidar aqueles que ousam colocar frutas e legumes produzidos em Israel nos suas sacolas de compras.
“O movimento BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), quer passar para o exterior a mensagem de que tal como o boicote ao regime do apartheid na África do Sul surtiu efeitos, o mesmo poderá acontecer em Israel, relativamente às violações dos ‘direitos de liberdade, igualdade e autodeterminação dos palestinos, através da limpeza étnica, colonização, discriminação racial e ocupação militar’”, escreve a jornalista sem aproveitar para dizer que não viu nada disso enquanto esteve em Israel.
Não só se cala como aproveita a oportunidade para dar voz à mentira representada pelos promotores das ações: “O movimento foi criado em 2007 por representantes de palestinos refugiados no exílio, palestinos em territórios ocupados na Cisjordânia e na Faixa de Gaza e por cidadãos do Estado israelita que se sentem discriminados por serem palestinos. O BDS pede um boicote ‘às instituições desportivas, culturais e académicas’. Não especifica aqui o turismo, mas ‘qualquer um pode boicotar os bens israelenses simplesmente assegurando-se de que não compra produtos fabricados em Israel ou por empresas israelenses’”.
Esqueceu-se de dizer – ou não é lá tão boa pesquisadora – que o BDS é um dos mais incoerentes e aparelhados movimentos de toda a história da humanidade. Conduzido por comunistas ricos; apoiado por governantes antidemocráticos e popularizado entre minorias bem recebidas em Israel, mas que seriam trucidadas se pisassem na Palestina, o BDS é um movimento completamente esquizofrênico.
A jornalista fala dos palestinos dos territórios ocupados e dos cidadãos do Estado de Israel que se sentem discriminados por serem palestinos. E eu fico e me perguntar: que país foi esse que ela visitou?
Árabe tranquilo em Jerusalém
Árabe israelense tranquilo em Jerusalém no primeiro dia do Ramadam
Estive em Israel justamente no início do Ramadam, o mês “sagrado” dos muçulmanos, e nunca vi o país tão calmo. A não ser pelos próprios muçulmanos que aqui e ali criavam alguma confusão. Pela primeira vez – e confesso que até contra a minha vontade – fui aos chamados “territórios ocupados”. Tenho comigo a máxima de que se há um lugar onde os judeus não podem ir eu não quero ir também, mas atendendo a conselhos de amigos fui ao Monte do Templo e à Cisjordânia. “Será bom para o seu trabalho jornalístico”, disseram-me. E foi.
Os motoristas de táxi palestinos jactanciam-se em dizer que apenas eles podem ir aos “territórios ocupados”. Quase todas as cidades israelenses estão tomadas por motoristas palestinos, mas nenhum motorista judeu, seja de táxi ou de ônibus, pode entrar nos territórios árabes, pois correm risco de morte. Quem são os intolerantes?
Para qualquer lado que se vira em Israel depara-se com muçulmanos transitando livremente. Na hora das suas orações eles dispõem de pequenos tapetes que podem estender em qualquer lugar e rezar da forma que quiserem. Os minaretes de suas mesquitas podem ser vistos de longe e o lamento dos muezim a recitar o adhan irrompe os céus diversas vezes por dia.
Há 100% de liberdade de culto para qualquer religião em Israel, mas quando preparávamo-nos para ir ao Monte do Templo, local severamente vigiado por nada simpáticos seguranças muçulmanos, fomos severamente alertados para alguns pormenores: Bíblias? Não levem. Alguns têm bonés onde encontra-se escrito o nome do grupo, Israel Alive, não usem. Outros receberam chapéus onde há duas minúsculas bandeiras, uma do Brasil e outra de Israel, evitem. Mulheres cubram suas cabeças, homens que estiverem de bermudas utilizem saias para cobrir as pernas, maridos afastai-vos de vossas esposas e ninguém toque em nada nem ouse entrar nos lugares de culto, afinal de contas “vocês são infiéis e não têm esse direito”!
Levei comigo a réplica de um chapéu militar onde encontrava-se escrito Tzahal, que é o nome do Exército de Israel. Pensei em fazer um protesto silencioso: tendo às minhas costas a Mesquita de Al Aqsa, colocaria o chapéu por breves segundos sobre a cabeça, faria uma continência e pediria a um amigo para fotografar-me. Afastei-me uns 50 metros, preparei-me para colocar o chapéu e levei um enorme susto. De longe, o um homenzarrão veio correndo, gritando frases incompreensíveis em árabe e agitando o indicador negativamente. Poucos minutos antes tivera a oportunidade de ver diversos muçulmanos com seus livros de rezas circulando livremente pelas áreas judaicas de Jerusalém e agora assistia aquela selvageria toda. Quem é afinal o intolerante?
De tudo o que vivenciei naquela tarde no Monte do Templo nada foi mais perturbador do que ouvir a voz de bandos de crianças, ora à esquerda, ora à direita, ora à frente, ora às costas, que em uníssono gritavam: “Allahu Akbar! Allahu Akbar!” As crianças postavam-se em lugares estratégicos nas cercanias do Monte do Templo e quando passava algum judeu, nas áreas judaicas evidentemente, elas juntavam-se e entoavam o grito de guerra muçulmano. E tudo isso em pleno início do Ramadam, o mês em que os inimigos de Israel, em tese, ficam mais amorosos e pacíficos.
A viagem a Belém e a Jericó, que ficam nos “territórios árabes” não foi menos perturbadora, mas aqui a tônica foi a surpresa de encontrar tandos maus tratos à Terra de Israel. Embora altamente subsidiados e com os dólares dos turistas entrando com baixíssimas incidências de impostos, o lado palestino da Terra Santa é de fazer dó. Nosso professor de arqueologia bíblica não pode nos acompanhar, afinal de contas, ele é judeu e em Israel um judeu não pode transitar livremente pela sua própria terra.
Na volta para casa, cruzávamos o tempo todo com viaturas e ambulâncias da Organização das Nações Unidas, imagem quase que onipresente em diversas regiões da Terra Santa.
Carro da ONU em Israel
Carros e soldados da ONU são imagens comuns em diversas partes de Israel
ISRAEL PRECISA DE VOCÊ, MAS VOCÊ PRECISA MAIS AINDA DE ISRAEL.
A contribuição que Israel e o seu povo tem dado para o bem-estar da humanidade não é segredo para ninguém. De invenções maravilhosas na área de informática, passando por avanços no campo da medicina, avanços que resultaram em centenas de prêmios Nobel, Israel é um celeiro de ideias maravilhosas. Se os perpetradores dos movimentos de Boicote à Israel fossem coerentes, teriam que deixar de usar quase metade – senão mais – dos itens que tornam o seu dia-a-dia mais confortável. Indiscutivelmente Israel lucra muito com os royalties das suas invenções.
Mas para que a verdade dos fatos prevaleça, para que a ideia que o mundo tem de Israel possa mudar, para que a vida dos judeus possa ser tranquila, o Governo vem se empenhando para que mais e mais pessoas visitem a terra Santa.
“Israel projeta uma imagem de modernidade e ao mesmo tempo com uma história antiga. O turismo é sem dúvida uma arma de soft-power”, ou seja, que tem “a capacidade de influenciar de forma não bélica”, escreveu a jornalista que visitava o país. E passou a citar alguns casos exemplares, como o do brasileiro Antônio Carlos Neves, um judeu messiânico que migrou para Israel há 20 anos e que dedica-se a mostrar lugares sagrados a brasileiros que o visitam, a maioria deles, evangélicos.
“O que nos fez vir para cá foi a parte bíblica desse país. A história que [aqui] é viva”, diz empolgado o Antônio Carlos. “É como se pudéssemos viver a Bíblia em 3D ou 4D! Você cheira, sente, vive a realidade da história, comprova muita coisa que está escrita na Bíblia”, conclui.
Passeio de camelo
Grupo de evangélicos passeiam de camelo no Deserto do Negev
A constatação da jornalista vai ao encontro de algo que as igrejas às quais o blogue Notícias de Sião está ligado vem fazendo há anos: “Os amigos de Antônio Carlos Neves juntam-se assim aos milhares de evangélicos que anualmente visitam Israel. Não é por acaso. O Governo tem tentado converter o amor deste grupo religioso pela Terra Sagrada em apoio político”. A jornalista coloca ainda que “alguns proponentes [desta ideia] declararam que a diplomacia com base na fé é a arma mais poderosa do arsenal diplomático de Israel”. Israel precisa dos cristãos evangélicos que, como disse certa vez o Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, “são os melhores amigos de Israel”, mas os cristãos evangélicos precisam de Israel. Visitar Israel é uma bênção retroalimentadora. Abençoamos Israel e somos abençoados por ele.
“O Governo israelense aposta na herança religiosa comum entre judeus e cristãos para aumentar o turismo e a posição no palco internacional”, disse a Christian Science Monitor num artigo de Fevereiro de 2013. A tradicional publicação cristã disse ainda o Governo israelense investe na atração de crentes, pois espera que estes convertam-se em apoiantes mais fervorosos do Estado de Israel nos seus próprios países.
E os crentes têm que aproveitar essa onda de apoio governamental, pois há interesses menos nobres lutando pelos investimentos israelenses. Os movimentos homossexuais vem recebendo especial atenção do Ministério do Turismo, Tel Aviv já é considerada uma Meca do turismo gay e os hotéis de Eilat estão repletos de “duplas” que fariam corar os ultraortodoxos que circulam por Jerusalém.
E agora os executivos do Turismo estão voltando os olhos – e os investimentos – para os gays do Brasil, razão pela qual levou para Israel os três brasileiros responsáveis por um dos mais bem-sucedidos trabalhos voltado para esse público. Pedro, Felipe e Nelson, que mantém um popular canal no Youtube, hospedaram-se durante diversos dias em Tel Aviv como parte de um esforço que procura projetar o país como destino “gay friendly”.
“E Tel Aviv realmente uma cidade gay friendly?”, quis saber uma jornalista. A resposta veio de Pedro HMC, um apresentador da MTV brasileira: “Você conversa com as pessoas na rua e sente isso. Não se sente às margens da sociedade, nem julgado ou observado, como acontece sendo gay em muitos lugares do mundo. Você vê um monte de casais gays com filhos nas ruas, drag-queens, transexuais, coisas que mesmo em cidades grandes do Brasil onde ser gay é possível, não chega a ser tão normal e tranquilo quanto em Tel Aviv”. O irônico é que é justamente entre um determinado segmento GTBL que o movimento Boicote Israel mais tem crescido.
Como amigo de Israel, a pergunta que me vem à mente é: “Será que é isso que queremos para a Terra Santa?” E ao mesmo tempo, lembrando-me do questionamento que fiz ao Professor Meron Medzini na Universidade Hebraica de Jerusalém, completo: “O que podemos fazer para reverter isso?”
Alunos em barco no Mar da Galileia
Grupo evangélico num dos barcos que cortam o Mar da Galiléia: apoio total a Israel!
SUBAMOS À JERUSALÉM
Quem conhece um mínimo da Bíblia sabe que os mais belos textos poéticos encontram-se no livro dos Salmos. E dentro desses, há um conjunto de poemas, mais precisamente os Salmos 120 a 134, que representam um saltério à parte: são os Salmos dos Degraus ou Salmos das Subidas. São belos hinos que nos estimulam a ir até Jerusalém, a peregrinar na Terra Santa. Eram os Salmos preferidos pelos judeus quando deslocavam-se para a Cidade Santa nas grandes festas bíblicas.
E quando longe de sua Terra, eram os Salmos preferidos pelos judeus para cantarem quando a saudade invadia-lhes a alma. Essa coletânea de Salmos deveria fazer arder o coração de cada crente bem como arder o desejo de conhecer Jerusalém ou de voltar à Jerusalém, voltar para Sião, pois sabiam que era de lá que vinham as bênçãos. “Eis aqui, bendizei ao Senhor todos vós, servos do Senhor, que assistis na casa do Senhor todas as noites. Levantai as vossas mãos no santuário, e bendizei ao Senhor. O Senhor que fez o céu e a terra te abençoe desde Sião” (Salmos 134).
O salmista dizia que o judeu alegrava-se quando lhe diziam “vamos à Casa do Senhor” (Salmos 122:1) e não se importava com aqueles que não valorizavam a viagem da mesma forma que eles: “A nossa alma está saturada do escárnio dos que estão à sua vontade e do desprezo dos soberbos” (Salmos 123:4). Independentemente do que diziam, eles continuavam a caminho de Jerusalém porque sabiam que era lá que encontrariam “o socorro [que] está em o nome do Senhor, criador do céu e da terra” (Salmos 124:8).
Se você uma oportunidade de visitar Israel não a perca. Se não tiver, esforça-te para conseguir. Eis aqui um investimento que sempre valerá a pena.
No ano que vem haverá a segunda parte do Curso de Arqueologia Bíblica. Se o Senhor permitir, lá estarei. No final desse ano repetir-se-á a primeira fase do mesmo curso, se você ainda não foi, considere a possibilidade de ir. Israel precisa de você, mas saiba que você precisa mais ainda de Israel!
“Eis aqui, bendizei ao Senhor todos vós, servos do Senhor, que assistis na casa do Senhor todas as noites. Levantai as vossas mãos no santuário, e bendizei ao Senhor. O Senhor que fez o céu e a terra te abençoe desde Sião” (Salmos 134).
NOTA | O jornalista não viajou a convite do Ministério do Turismo de Israel. Ele o fez com recursos próprios e por amor a essa terra.
REGISTROS DO CURSO DE HISTÓRIA, GEOGRAFIA E ARQUEOLOGIA BÍBLICA.
Visitando o mais recente sítio arqueológico de Jerusalém
Alunos e alunas do Curso de Arqueologia Bíblica numa visita a um dos mais recentes sítios arqueológicos de Jerusalém. Quando estive em Israel pela última vez isso aqui era apenas um [parque de] estacionamento. Uma empresa comprou o local para fazer um prédio, mas quando começaram a escavar o solo para as fundações, encontraram vestígios arqueológicos e a obra foi embargada. Resultado: o local concentra hoje um enorme contingente de arqueólogos cujas descobertas estão levando os estudiosos a repensarem as ideias que tinham a respeito da vida cotidiana no sul da Cidade Santa. Israel é assim, a cada escavação a História salta para fora.
Aula em Jerusalém
Elijah bar Davi apresenta mais uma aula de Arqueologia Bíblica, desta vez DENTRO de um sítio arqueológico aos pés das Muralhas de Jerusalém! À direita nada mais nada menos que o Pináculo do Templo (Mateus 4.5).
Sala de aula Yad Hashmona
Uma das paredes da sala de aula no Yad Hashmoná é simplesmente escavada na rocha. O visual da sala é maravilhoso, tendo aquele tom dourado das pedras da Judeia que fizeram a capital de Israel ser conhecida como Jerusalém de Ouro.
Almoço no Yad Hashmona
Almoço no moshav judaico-messiânico Yad Hashmona
Alunos em Tel Beersheva
Alunos do Curso de Arqueologia bíblica no Tel Beersheva
Aula Maquete de Jerusalém
Elijah bar Davi ministra aula diante de uma gigantesca maquete de Jerusalém nos tempos de Jesus
Arqueólogos na Estrada Nazareth Jerusalém
Arqueólogos trabalhando junto a estrada que liga Nazareth à Jerusalém
Arqueólogo do Sudão do Sul
O redator deste blogue junto a um estudante de arqueologia
Aula em Beersheva
Aula de campo em Beersheva
Aula em Corazin
Aula de campo em Corazin
Atentos às aulas
José Nogueira, coordenador brasileiro do The Jerusalem Bible Institute, atento a uma das aulas na Galileia.
Fonte de Elizeu em Jericó
Fonte bíblica em Jericó, uma das cidades mais antigas de todo o mundo.
Ruínas
Ruínas na Alta Galileia
Aula de Arqueologia
Engenhosas maquetes ajudam no aprendizado
Aula no Yad Hashmona
Aula prática no moshav judaico-messiânico Yad Hashmona
yad_hashmona
Aula no moshav Yad Hashmona
Aula numa tenda beduína no Negev
Aula em tenda beduína num oásis no Deserto do Negev
Fronteira Israel Líbano
Não é a primeira vez que fui a Israel, mas nos “territórios árabes” sim. E não gostei. Uma vez sionista, sempre sionista. Nas visitas que fiz uma das coisas que mais me chamou a atenção foi a imensa diferença na forma como os árabes cuidam da Terra de Israel. Do lado judaico tudo é relativamente organizado, limpo e PRODUTIVO, já no lado “palestino” vemos muito abandono. Triste. A foto que acima foi feita à partir das Colinas de Golan e na vista panorâmica é possível ver em primeiro plano o lado israelense e ao fundo o Líbano. Para saber onde termina Israel e começa o Líbano, basta ver os campos verdes, que é Israel, e o lado seco, que é o Líbano. Agora, se atentarem bem verão que há dois lagos imensos no lado libanês e uma pequena lagoa no lado israelense. Ou seja, os israelenses com pouquíssima água fazem o deserto florescer enquanto os árabes, com muito mais recursos, não fazem quase nada. E isso não é preconceito, é constatação!
Jantar bíblico típico
Jantar no moshav Yad Hashmona com pratos baseados na culinária bíblica
Restaurante druso
Restaurante druso na Samaria
restaurante-armêniao
Restaurante armênio em Jerusalém
Café da Manhã em Israel
O melhor café da manhã do mundo!
Demétrio, Kelly, Roberto e Nogueira
Alunos discutem o tema de uma das aulas do Curso de Arqueologia Bíblica
Deserto do Negev
O arrebatador Deserto do Negev
antilope
Antílope flagrado próximo à fortaleza de Massada
Beersheva
No fundo de uma cisterna em Tel Beersheva
Dentro de uma túmulo
A tumba é similar aos túmulos antigos, mas a urnas são originais, quase todas da época de Jesus Cristo.
Kelly e Rodolfo em Jerusalém
Kelly e Rodolfo, dois alunos em Jerusalém.
Dona Salete
Professora Salete, uma das alunas do curso.
Karina Leitora do Blogue
Karina Soares, leitora do blogue Notícias de Sião numa das aulas em Cafarnaum.
Daniel Paulucci na Universidade Hebraica de Jerusalém
Daniel Paulucci numa aula na Universidade Hebraica de Jerusalém
Professor Elijah bar Davi
Professor Elijah bar Davd, magnifico professor do Curso de Arqueologia Bíblica.
Pastor Nogueira
Pastor José Nogueira de Lima, idealizador do curso e Embaixador Benevolente do Turismo em Israel.

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